Associação STOP e o Trilogia agradecem a colaboração dos cambuquirenses, voluntários e parceiros na Festa do Divino

Depois do cortejo foram servidos quatro mil Bodos, refeições gratuitas, com shows que animaram o evento no CTC.

Uma festa de beleza, espiritualidade e arte, com motivos simbólicos que resgatam as tradições portuguesas em preparar a humanidade para a Era do Espírito Santo na terra, com igualdade, justiça e liberdade para todos, preencheu a manhã dos cambuquirenses e turistas que acompanharam o cortejo em Cambuquira, Minas Gerais, na 8ª Festa do Divino, no dia 7 de julho passado.

Diferente dos anos anteriores, em 2012 o percurso foi ampliado pelo bairro de Lavras, onde o padre Aloísio Gustavo Dias, conhecido por padre Liu, da Igreja Nossa Senhora do Rosário, abençoou os pães, seguindo até o Centro, dando mais chance dessa tradição ser conhecida e apreciada pelos da cidade. Depois do cortejo, no CTC (Cambuquira Tênis Clube) aconteceu a coroação do menino imperador do Divino e também servido quatro mil Bodos, refeições gratuitas aos mais carentes, acompanhado de apresentações musicais, artísticas circenses e dança que animaram o evento até o fim da tarde.

Promovida pela Associação Keppe e Pacheco, através da STOP à Destruição do Mundo e do Grande Hotel Trilogia (GHT), o Trilogia, como é chamado na cidade, a festa contou com a colaboração intensa de voluntários cambuquirenses e de São Paulo que produziram a decoração, além de parceiros simpatizantes da Trilogia Analítica que fizeram inúmeras doações de materiais necessários.

A Associação STOP agradece a todos pelo ótimo resultado desta 8 ª edição, ressaltando mais uma vez que esta festa é um exemplo prático de como a ação do bem reverte para a comunidade e o próprio indivíduo. As flores, adereços, tabuleiros, figurinos de época que enfeitaram a festa e a cidade com motivos do Divino começaram a ser preparados com dois meses de antecedência por vários voluntários.

Decoração & Arte pelas mãos dos Grupos de Voluntários

A organização dos trabalhos no evento teve a participação da estilista portuguesa Lurdes Alcaide coordenando a confecção de todos os figurinos e vestuários; da figurinista do cinema da Finlândia Paivi Tiura que criou os chapéus; da artista plástica portuguesa Gisela Alcaide na produção de toda a decoração e da gerente administrativa Mara Szankowski na logística geral para resolver as necessidades práticas. Todos sob as orientações em São Paulo de Cláudia Pacheco, presidente da STOP, e Roberto Giraldo, médico psicossomático trilógico.

Para Lurdes, “a ação conjunta de todo mundo que participou criou uma energética de união entre as pessoas, levando a beleza e conceitos de espiritualidade e um clima que eleva o ser humano”. Lurdes conta que a participação das crianças neste ano a impressionou. “Elas nos reconheciam na rua e pediam para participar porque se lembravam da festa anterior quando se vestiram de anjos, do cortejo a cavalo etc.”. Para ela foi muito emocionante a atitude das crianças e chegou a pensar que elas estavam sendo tocadas pelo Espírito Santo. “Quando o garoto Filipe, de 7 anos, participante desde os 5, pediu para fazermos roupas para ele e os amiguinhos para irem no cortejo a cavalo fiquei feliz porque vi que era vontade deles mesmos e não influencia dos pais. A participação deles foi linda”.

Muitos grupos colaboraram produzindo os enfeites da festa, das ruas e casas. Segundo Lurdes, o grupo de montagem dos painéis foi sempre solícito e empenhado nas artes. Foram vários os líderes dos grupos nos bairros. Lurdes diz que fica até difícil mencionar para registrar o agradecimento porque teve muita gente envolvida. Os bairros participantes foram: Regina Coeli, da Lavra, do Marimbeiro, Carioca, Nossa Senhora de Fátima, de São João, da Roça e do Centro.

Da Garagem do Divino, a oficina de artesanato montada no Trilogia, Gisela Alcaide supervisionou toda a arte produzida. “Daqui observei a alegria e o envolvimento se propagar nas pessoas. Depois que os painéis enfeitados foram para as ruas, a satisfação e orgulho delas foram contagiantes em ver as belezas expostas e por saberem que estavam participando daquele momento”.

Mutirão Cambuquira festa do divino 2012 cambuquira minas gerais

Mutirão em Cambuquira

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Mutirão em Cambuquira

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Mutirão em Cambuquira

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Mutirão em Cambuquira

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Mutirão em Cambuquira

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Mutirão em Cambuquira

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Mutirão em Cambuquira

Mutirão Cambuquira festa do divino 2012 cambuquira minas gerais

Mutirão em Cambuquira

Mutirão Cambuquira festa do divino 2012 cambuquira minas gerais

Mutirão em Cambuquira

Outro entusiasta, o engenheiro agrônomo Renato da Costa Santos, também voluntário e coordenador da Garagem do Divino com a Gisela, descobriu muitas habilidades artísticas no que fez e ajudou a criar. “Meu sentimento é de felicidade em ver que tudo deu certo. As mulheres,”as meninas, como as chamamos”, da cidade vieram nos ajudar aqui com uma vontade grande. Não desistiram do objetivo final até ver tudo pronto. Foi um sucesso total nosso; do pessoal do Trilogia, meu e das meninas”.

A cambuquirense Marta Maria Borges foi uma dedicada voluntária com mais sete pessoas na equipe de flores que coordenou. Ela cortava os moldes em TNT e distribuía para o grupo montar as peças. “Fizemos mais de mil flores. Adoro fazer isso. Antes de começar esse artesanato ficava deprimida, triste, pois não tinha nada para fazer. É uma terapia ver as flores prontas. Agora sou outra pessoa. E essa turminha é minha família”.

E os agradecimentos em Cambuquira vão para…

Além dos nomes abaixo, a produção da festa também contou com a ajuda de muitas pessoas que embora os nomes não apareçam citados, como as que fizeram milhares de flores, se esforçaram para que os cambuquirenses e visitantes pudessem de novo assistir a 8ª Festa do Divino. Veja alguns nomes dos voluntários:

1. José Benedito da Silva, o Sr. Daleza, Maria Avelina Moraes, a D. Fia, mais a Maria Helena, com a ajuda de equipes preparam mais de quatro mil refeições e serviram o Bodo com a ajuda de voluntários de Cambuquira e de São Paulo;

2. Jaques Fernando Santana, o Jaques Borracheiro, foi o colaborador responsável em trazer os participantes a cavalo, charretes e cavaleiros;

3. Sônia Maria Liz Clementino, a presidente da Associação do Bairro da Estação foi a responsável pela recepção e enfeites dos cavaleiros e das charretes;

4. Armando Augusto Amaral, o Português, e sua esposa Ofélia da Conceição Carvalho Amaral, do Rotary Clube, que contribuiram na divulgação do evento e conseguiram doações em dinheiro de várias pessoas para ajudar nas despesas, como doações dos senhores Agostinho e Paulo César;

5. Renato da Costa Santos foi o líder dos mutirões dos enfeites da festa e painéis decorativos das fachadas das casas. Também fez adereços para alguns personagens imperiais como, por exemplo, Dom Afonso Henriques;

6. Marta Maria Borges que liderou equipe de voluntárias com a produção de muitas flores para a decoração de painéis e para a festa;

7. Hotel Santos Dumont, através de Rosangela Cortez Goulart e seu marido, Cláudio Goulart Leite sempre colaboram quando há necessidade de oferecer estadia para o grupo de dança;

8. Pousada Realiza e seu Clube de Hipismo, através de Maria Edenir Batista Pierrotti, a Aninha, Reginaldo Lourenço Pierrotti e Fernando Martins por empréstimos de cavalos para desfilarem no cortejo;

9. Antonio Carlos da Costa, o Antonio do Som;

10. Ronilson Alves Couto, o Darcy pelo empréstimo do caminhão para transportar os painéis, a decoração para enfeitar as ruas no dia da festa;

11. Sylvio Britto que divulgou a festa no Jornal Encontro;

12. Eduardo Lemes Gardona, que colaborou no projeto e fez o silkscreen nos lenços com a imagem da Pomba do Divino;

13. Igreja Nossa Senhora do Rosário, o Padre Aloísio Gustavo Dias, conhecido por Padre Liu;

14. Hotel Brasília, Caixa Econômica Federal, Farmácia Nossa Senhora Aparecida e Donaldson, Padaria Predileta e Sérgio e Silvano, Associação de Lavra e Marcelo Braga, Pizzaria Sem Stress, Posto de Gasolina Aster, Pousada Lualuana e Gilson, Supermercado Pierroti e Márcio, Supermercado São José e Gil, ACEAC e Solange, APAE e Valter Rodrigues, Doces Cambuquira e Willian pelas colaborações diversas;

15. Margarida Antonio de Jesus Carneiro, Claudia Batista, Claudia Venâncio, Andrea Diniz, Michelle Alvarenga, Monica Silveira, Valquíria Ribeiro, Teresa Maria Casado Santos, pelas doações em serviços e materiais diversos;

16. João Grandão, José Antonio, que colaboraram com doações em serviços, dinheiro ou materiais.

17. Além dos citados, també¦m foram colaboradores ou voluntários as pessoas que são conhecidas como Aloísio bois, Antonio da Folia do Divino de Campanha, Bruno Pai, Cristina do Turismo, Margarida e Carioca, da decoração da igreja, Paulo Cesar, Agostinho e Helinho da Figueira, mais os cavaleiros Paulo, Felipe, Zé Caxambu, Helinho, Xandinho e Bruno e os charreteiros, Delegado, Jove e Helio Sardinha;

18. Finalizando em Cambuquira com as várias equipes de montagem e desmontagem de painéis decorativos nas ruas. Os cavaleiros, adultos e crianças, que participaram da festa.

Em São Paulo a STOP registra os agradecimentos para…

1. Mariana Lotufo, fez doações de 50% das sobremesas, mais dinheiro para o Bodo. Também comprou diversos tecidos para confecção dos figurinos imperiais;

2. Celi Fragomeni doou cinco mil embalagens Marmitex, copos e talheres para o Bodo;

3. Caroline Romão, doações para o Bodo além de perucas para os personagens;

4. Supermercado Santa Luzia, doação de 60 quilos de arroz para as refeições do Bodo;

5. Provectum Imóveis – Castelo – Campinas, doou dinheiro para despesas do Bodo

6. Luiz Carreira Torres, doação de dinheiro para o Bodo.

7. Loja Cassia Nahas, na rua 25 de Março, que vende vários tipos de tecidos doaram 50% de desconto nos tecidos comprados pela Mariana Lotufo para fazer as roupas;

8. Aerozip, fábrica de roupas de malhas. Sempre doa retalhos, a pedido de Mariana Lotufo que retira o material. Com essa doação foram feitos vários figurinos da festa;

9. A empresa Home by Odila, parceira constante, fez doação de retalhos de linho e de algodão para fazer as roupas;

10. Marconi Benck fez doação do feijão para a comida do Bodo;

11. Bruno da empresa Plastlab.

12. E agradecimentos finais para Ednilson Tanaka, Edna Maria, de São Roque, Lucinda, Magali, aluna Gisela Alcaide, Maurício, aluno da Angela Stein e Valquíria, amiga Eunice pelas participações.

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